sábado, 11 de agosto de 2018

Quase metade dos brasileiros espera contar só com o INSS para a aposentadoria.

 Enquanto 47% esperam contar com os recursos do governo, 12% não têm a menor ideia de como se sustentarão quando forem idosos, segundo uma pesquisa feita pelo Datafolha para a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais). O levantamento ainda apontou que 28% pretendem continuar ativos no mercado de trabalho e 2% esperam contar com o apoio da família. Em meio ao debate sobre a reforma da previdência, apenas 21% dos brasileiros estão se planejando financeiramente para a aposentadoria: 10% pretendem explorar aplicações financeiras, 6% devem usar a previdência privada e outros 5% contam com aluguéis ou dinheiro guardado.

41% dos adultos brasileiros estavam inadimplentes em julho. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito, 63,4 milhões de cidadãos fecharam o mês com contas no negativo, um crescimento de 4,31% ante o mesmo mês de 2017. A fatia de jovens entre 25 e 29 anos que se encontra nessa situação é de 46% — ou 8 milhões de pessoas. Os que possuem entre 18 e 24 anos representam 19%, enquanto 51% dos brasileiros entre os 30 e 49 anos está negativado. Na população idosa, o percentual é de 33%. As dívidas em bancos — cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, financiamentos e seguros — são a principal causa de inadimplência, tendo 51,49% de participação.

BNDES quer arrecadar R$ 10 bi com venda de participações em empresas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social já arrecadou mais de R$ 6 bilhões com esse tipo de operação, mas ainda tem cerca de R$ 85 bilhões em participações acionárias. Desse total, aproximadamente R$ 60 bilhões estão divididos em cinco ativos: Petrobras, Eletrobras, Vale, JBS e Fibria — que apenas que aguarda a análise de órgãos de defesa da concorrência da Europa e dos Estados Unidos para ter a venda concretizada. Mesmo que isso não ocorra em 2018, a expectativa da diretora de mercado de capitais do banco, Eliane Lustosa, é de atingir arrecadação de dois dígitos no ano. O plano foi divido nesta quinta-feira, em palestra para o segmento de inovação, no lançamento do Núcleo de Startups da Fundação Getúlio Vargas (Nest/FGV).

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